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PROJETO  CRESCER

 

       Objeto geral:


 

Desenvolver um projeto que construa uma ponte entre as escolas municipais do território com a Associação, para a identificação e encaminhamento de crianças de 07 a 12 anos com dificuldade e ou transtornos de aprendizagem, onde estas receberão atendimento qualificado, viabilizando sua melhor inserção na sociedade, contribuindo para a diminuição dos problemas de aprendizagem e consequentemente, a evasão escolar. Capacitar profissionais das escolas do território, habilitando-os a identificar os alunos portadores de dificuldades especiais, e melhorando competências no trato diário com eles. Além disso, o projeto visa promover a convivência familiar e o empoderamento das famílias das crianças atendidas, através da implantação de uma escola de pais.


        Objetivos específicos:

 

 

  • Melhorar a autoestima das crianças e pais atendidos no projeto, promover o autoconhecimento e contribuir para saúde emocional através de práticas terapêuticas, buscando viabilizar um ambiente e relação acolhedora que contribua para a cura do interior, e consequentemente, para melhora do aprendizado e capacidade de convívio em sociedade. Diminuir toda forma de sofrimento psíquico que envolve crianças com dificuldade e ou transtornos de aprendizagem. Para tanto, serão utilizadas práticas terapêuticas e atividades como recursos de neurociência, psicologia, pedagogia e psicopedagogia, práticas meditativas e jogos cooperativos.
     

  • Atuar junto às escolas, através do acompanhamento contínuo das crianças encaminhadas ao serviço, realizando encontros periódicos com a coordenação pedagógica e, encontros mensais com todo o corpo docente através do HTPC, capacitando os profissionais da educação das escolas do território para habilitá-los a identificar as dificuldades e ou transtornos de aprendizagem, incentivando e orientando-os para novas práticas pedagógicas (competências) e a usar estratégias de inclusão destas crianças, garantindo sua efetiva integração num ambiente social e escolar saudável, de apoio mútuo, e livre de todas as formas de discriminação. Legar a estes profissionais, para toda a sua vida profissional, esse olhar diferenciado e qualificado, com isto garantindo, mesmo após o término do projeto, o tratamento correto destes casos no ambiente escolar.

  • Implantar uma escola de pais, promovendo a convivência familiar, estimulando a  comunicação como alternativa para solução de conflitos familiares e o  protagonismo das famílias, a partir de uma série de atividades que visam trabalhar  o empoderamento de jovens mães, aprimoramento da convivência familiar, comunicação empática, não violenta e assertiva, para uma vida saudável.

  • Ofertar, dentro das ações da escola de pais, conhecimentos sobre economiacriativa, colaborativa e cooperativas, visando auxiliar na transformação social do
    território, a partir de novas formas de geração de renda.

      Público Alvo:

50 crianças de 07 a 12 anos (50 vagas - rotativas), com dificuldade de aprendizagem, encaminhadas pelas escolas na seguinte ordem de preferência (EMEB Deodato Janski, EE Maria José Maia de Toledo e EMEB Pedro de Oliveira), a partir da detecção de rendimento escolar baixo, introspecção ou demais características que embasem o encaminhamento. Ao longo do período de execução do projeto este número poderá ser significativamente maior, considerando que serão ofertadas 50 vagas, mas estas podem ser rotativas, considerando-se os diferentes graus de dificuldade de aprendizagem, deficiências, transtornos ou problemas emocionais, e o fato de serem encaminhadas crianças que não se enquadram no diagnóstico de dificuldade de aprendizagem, sendo muito comum a confusão entre crianças hiperativas, comunicativas, ou até mesmo introspectivas, como crianças com dificuldade e ou transtornos de aprendizagem, sendo, portanto, necessário o correto diagnóstico pelo especialista do projeto para definir o que são características normais do desenvolvimento de uma criança, e o que realmente aponta para um acompanhamento especializado. Desta forma, a entidade realizará esse diagnóstico minucioso, o que pode acarretar na rotatividade das crianças para as vagas ofertadas, ampliando assim, o número de beneficiários diretos. Além disso, poderá ser dada alta do atendimento para os casos que tenham atingido o resultado almejado. As variações dos beneficiários diretos serão relatadas mensalmente nos relatórios de monitoramento do projeto, elaborados pelos profissionais responsáveis pelo diagnóstico e atendimento das crianças.

50 pais/mães/responsáveis de crianças e adolescentes do Jardim São Camilo, oriundos de famílias cujos filhos estejam participando do atendimento ofertado pela Associação no território (ou demais, se vagas remanescerem), com o intuito de atendê-los de forma integral: criança/adolescente, família e ambiente escolar.